Arroz Fazenda, você merece o melhor.


Veja a lista completa de notícias

Notícias

Arroz - Câmara do arroz define 11 projetos para reduzir gargalos 10/11/2011

Entre os planejamentos em curto e médio prazo foram destacados a definição prévia dos mecanismos de compra e venda do grão e uma campanha de consumo

São Paulo - Com o intuito de desfazer alguns gargalos e trazer uma renda melhor aos rizicultores brasileiros, a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz do Rio Grande do Sul espera concluir, nos próximos seis meses, 11 projetos para um "alinhamento estratégico do setor". Entre as propostas a serem apresentadas em curto prazo, estão: mecanismos governamentais de comercialização do grão, identificação de culturas aptas ao plantio em áreas de arroz e campanhas para ampliar o consumo do cereal no País.

A Câmara, que é liderada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do Rio Grande do Sul (Seapa), definiu onze projetos que foram designados a grupos de trabalho e estipulou prazos para a execução dos referidos projetos nos eixos da produção, da indústria e da comercialização. "São propostas muito ambiciosas, sabemos que isso levará tempo, mas a orientação é estabelecer a descrição de cada problema e gargalo para traçarmos estratégias para resolver o problema", contou o presidente da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), André Barretto.

Entre os temas discutidos durante a segunda reunião ordinária da Câmara, que aconteceu nesta terça-feira, estão a capacitação dos produtores na gestão de seus negócios, a identificação de atividades com potencial de exploração nas áreas de arroz, aumento do programa de incentivo de armazenamento de grãos na propriedade rural e cooperativas. "O ponto que queremos definir já para a próxima safra é o uso alternativo do arroz. Pensamos também sobre o uso de soja em áreas de várzea, inclusive com o desenvolvimento de máquinas específicas para isso", comentou o presidente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), Cláudio Pereira.

De acordo com ele, além de encontrar e desenvolver outra cultura a ser plantada em áreas de arroz, que geraria uma segurança maior ao produtor, o uso do cereal para produzir etanol também é uma boa alternativa. "Existem muitas alternativas para o rizicultor não depender única e exclusivamente da cultura, e essa é a ideia desses grupos de trabalho", frisou.

Outro projeto que deverá ser apresentado em curto prazo, e que foi bastante debatido no encontro, é o dos mecanismos de comercialização da safra, disponibilizados pelo governo federal. Para o presidente da Abiarroz os mecanismos precisam ser definidos pelo Ministério da Agricultura no começo do ano, antes mesmo do inicio da safra. "O governo federal e o Mapa precisam definir, prioritariamente e antecipadamente, os instrumentos de comercialização que estarão disponíveis para o ano", comentou Barretto ao DCI.

"E para isso é preciso avaliar três aspectos, a oportunidade, ou seja, não adianta colocar o instrumento após a queda do valor, é mais fácil manter do que recuperar. Em segundo lugar, precisa ser suficiente, pois o volume de recursos financeiros precisa dar resultados. E por fim precisa ser um instrumento adequado para a situação, não adianta vir com aquisição direta de produto com garantia de preço mínimo, na hora que o preço está acima do mínimo", disse Barretto,

Para o presidente do Irga, Cláudio Pereira, o que o governo pode antecipar é o tipo de mecanismo de comercialização, ou seja, o Prêmio para Escoamento do Produto (PEP), o (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor (Pepro), ou o Aquisição do Governo Federal (AGF). E a quantidade de repasses financeiros para o ano. "O que o governo não consegue antecipar é quando usar, e a quantidade de produto envolvida. Mas esse projeto é um dos mais curtos, e deverá ser apresentado em 30 dias."

Já os projetos mais longos remetem a infraestrutura portuária, e integração dos modais de transporte, ferrovias, hidrovias e rodovias. "Nós vamos definir uma estratégia de ação junto à administração do Porto de Rio Grande, o Ministério de Portos e o governo do estado, para saber o que é necessário para melhorar o acesso e o escoamento no porto. E a partir daí vamos criar ações para isso. Esse projeto é o mais longo e deverá ser apresentado em seis meses", garantiu Pereira.

Por fim, os executivos das entidades comentaram que esses projetos não significam a resolução dos problemas, mas o primeiro passo para o rizicultor.


Fonte:DCI - Diário do Comércio & Indústria

 


Nossos Produtos

Nossa linha conta com Arroz Branco, Parboilizado e Orgânico e Farinha de Arroz divididos em três marcas: Fazenda, Moenda e Biluzinho.

Veja nossa linha completa

Representantes

Possuímos representantes em diversos Estados do Brasil. Verifique qual deles pode lhe servir ou entre em contato se você não esta em nossa área de cobertura.


webchat | webmail | pedidos